Presente Solidário

Julieta, a menina que ganhou na Loteria

 

Meu nome é Guilherme Pedreira, sou pai da Julieta, de 01 ano. Há 04 meses Julieta apresentou tremores nos olhos e no corpo, deixando de engatinhar, o que já fazia muito bem. Estranhamos e, preocupados, levamos a Julieta para o hospital e lá ficamos por 30 dias passando por diversos exames, até que veio a triste notícia de que ela havia desenvolvido um câncer próximo da região torácica.
 
Dali iniciaria a fase mais difícil para a mãe, o pai e toda a família. Após análise do caso pelos médicos, tudo indicava tratar-se de um Neuroblastoma em fase de crescimento rápido, sendo os tremores consequência de uma Síndrome raríssima, chamada Síndrome de Kinsbourne, associada a esse tipo de tumor. A cirurgia ocorreu alguns dias depois e com muito sucesso, graças à enorme competência dos cirurgiões do GRAACC – o tumor foi retirado completamente.
 
Após a retirada do tumor, no entanto, ainda permanecem as consequência da Síndrome de Kinsbourne, mas, graças a Deus e às orações de todas as pessoas queridas que circundam a Juju (como gostamos de chamá-la), ela está em franca recuperação, reagindo muito bem ao tratamento e não vemos a hora de voltar a vê-la engatinhando pela casa. E aqui a notícia mais importante dessa estória: a grande sorte que tivemos foi justamente ela ter desenvolvido essa Síndrome, que nos trouxe um alerta de que algo estava errado com ela e que nos levou a descobrir esse câncer ainda em estágio inicial.
 
Porém, para nossa grande surpresa, depois de estudarmos muito sobre o assunto, descobrimos que somente 2-3% das crianças que têm o Neuroblastoma desenvolvem essa Síndrome, o que nos fez acreditar que a Julieta teve muita sorte – ela havia ganhado na loteria.
 
Por outro lado, parei para pensar nos outros 97-98% das crianças que não tiveram a mesma sorte, e cujas chances de sobrevivência são de apenas 30-40%, dado que o Neuroblastoma se desenvolve rápido e costuma penetrar nos ossos e na Medula, o que torna o tratamento muito difícil…. 
 
Isso mexeu muito comigo…. Desde que a Julieta operou e retirou totalmente o tumor, parei para pensar que preciso retribuir de alguma forma para as crianças que não tiveram a sorte da minha filha. Assim, me voluntariei para trabalhar no GRAACC e passei a contribuir mensalmente com uma quantia que cabe no meu bolso.
 
E é aqui que gostaria de pedir a sua ajuda, não para a Julieta, mas para essas crianças que dependem dessa nobre instituição, que faz o tratamento contra o câncer de aproximadamente 4.000 crianças de toda a América Latina por ano e que sobrevive graças a doações de pessoas que também vieram ao mundo para fazer o bem, para fazer a diferença.
 
O GRAACC é a instituição que poderá ajudar essas crianças. Ficaria muito feliz – e elas mais ainda – se V. puder doar ao GRAACC por meio dessa campanha –  Julieta, a menina que ganhou na Loteria – com a quantia que couber no seu bolso e no seu coração.
 
Um grande beijo do Guilherme, da Marina e da Juju.

Muito Obrigada!

Por que escolhi apoiar o GRAACC?

O GRAACC é uma organização sem fins lucrativos. Seu grande trunfo para combater e vencer o câncer infantojuvenil é seu hospital, um centro de referência no tratamento da doença, que atende crianças e adolescentes de todo o Brasil, garantindo uma assistência de qualidade e humana. Realizando milhares de tratamentos por mês, entre consultas, quimioterapias, cirurgias, transplantes de medula óssea, internações, entre outros procedimentos. Além da assistência médica, o GRAACC oferece suporte social e hospedagem em casa de apoio aos pacientes e suas famílias. Atua fortemente no desenvolvimento de pesquisas que visam buscar a cura da doença e na capacitação de profissionais especializados, o que permite a disseminação de conhecimento.

  • Todo o dinheiro arrecadado nesta ação será revertido para o GRAACC e investido no tratamento do câncer infantil.
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