Há evidências de que a prática do cuidado centrado no paciente produz efeitos positivos sobre os resultados clínicos, estimula a cooperação e viabiliza o apoio necessário a melhorar a assistência e a fortalecer o engajamento dele na busca pelos seus direitos.

Esse tema foi tratado pela mesa-redonda intitulada “A trajetória do paciente oncológico e o Serviço Social: conexões externas e internas para o cuidado centrado”, coordenada por Camila Queichada, coordenadora do Serviço Social do GRAACC. “Cabe a nós entendermos e identificarmos as necessidades do paciente, com compaixão e respeito, para fazermos as conexões externas entre os serviços de ajuda disponíveis, como transporte, alojamento, etc.”, disse.

Aqui, no GRAACC, além de todo suporte relacionado ao tratamento do câncer em si, o paciente recebe apoio de diversas instituições parceiras que nos ajudam e fazem parte dessa rede de conexão.

Durante o debate, representantes de algumas delas, como o Instituto Heleninha, Casa de Apoio e CASAI, também compartilharam como acontece esse trabalho mútuo.

Esse debate só reforçou o que acreditamos: de que o paciente merece e deve receber todo o apoio necessário para enfrentar a jornada de tratamento da melhor forma possível.


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