A leucemia é o tipo de câncer mais comum na infância, representando cerca de 25% dos casos em crianças menores de 15 anos. Apesar de sua gravidade, os avanços da medicina e o tratamento especializado permitem uma realidade cada vez mais positiva: quando identificada precocemente e tratada de forma adequada, as chances de cura ultrapassam 85%. Por isso, a informação e o diagnóstico precoce são fatores decisivos para ampliar as possibilidades de tratamento e de cura.
Nesse contexto, o Fevereiro Laranja surge como uma campanha nacional dedicada à conscientização sobre a leucemia e à importância da doação de medula óssea. A iniciativa tem como principal objetivo alertar a população sobre a relevância do reconhecimento dos sinais da doença, incentivar o diagnóstico em tempo oportuno e estimular o cadastro de novos doadores no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), ampliando as chances de cura para milhares de pacientes.
A leucemia é um tipo de câncer que se origina na medula óssea, responsável pela produção das células do sangue. A doença ocorre quando os glóbulos brancos, células de defesa do organismo, passam a se multiplicar de forma descontrolada, comprometendo o funcionamento do sistema imunológico. Ela pode ser classificada como aguda ou crônica, de acordo com a velocidade de progressão das células malignas.
O tratamento da leucemia varia conforme o tipo e o estágio da doença, podendo incluir quimioterapia, radioterapia e transplante de medula óssea. Em alguns casos, esse procedimento representa a principal ou única possibilidade de cura, especialmente para determinados tipos de leucemia infantil.
Por isso, a ampliação do número de doadores cadastrados é fundamental. Quanto maior o banco de dados, maiores são as chances de encontrar um doador compatível e iniciar o tratamento no momento adequado, fator essencial para o sucesso terapêutico.
Clique aqui e entenda mais sobre a leucemia e seus tipos.
O transplante de medula óssea é um grande aliado no tratamento de alguns tipos de câncer infantojuvenil, principalmente aqueles que afetam as células do sangue, como as leucemias. Tornar-se doador é um ato de solidariedade que pode transformar histórias e oferecer novas possibilidades de futuro para crianças e adolescentes em tratamento.
Para saber como se tornar um doador de medula óssea, clique aqui.
Acesse a cartilha especial que fizemos sobre leucemia. Clique aqui.


Entender os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil é um passo fundamental para garantir o...

Mais uma edição do GRAACC Futebol Clube, um sucesso! Escalação de peso com craques e...

Mariana cresceu acreditando em anjos. Não nos das asas brancas ou halos brilhantes, mas nos...

Veja o resumo da manhã que será voltada para residentes, pós-graduandos e estudantes da saúde...