
Passamos a integrar o consórcio internacional Beat Childhood Cancer (BCC), iniciativa liderada pela Penn State University e fundada pela Dra. Giselle Sholler.
A iniciativa reúne mais de 40 centros e hospitais de excelência do mundo dedicados ao desenvolvimento de novas terapias contra o câncer infantojuvenil.
Com essa conquista, nos tornamos o único hospital da América do Sul a fazer parte do consórcio.
Esse reconhecimento reforça nossa trajetória, capacidade técnica e o padrão de excelência que oferecemos diariamente a crianças e adolescentes com câncer.
Nossa entrada no consórcio é resultado de um processo rigoroso de avaliação internacional, que analisou critérios assistenciais, científicos e estruturais.
Mais do que participar, passamos a atuar ao lado de instituições de referência global, contribuindo diretamente para o avanço da oncologia pediátrica.
Além disso, essa integração nos posiciona não apenas como um centro de tratamento, mas como um hospital que produz conhecimento, impulsiona inovação e participa ativamente da construção das terapias do futuro.
À frente dessa atuação estão as nossas médicas oncologistas pediátricas, Dra. Maria Monteiro Caran, especialista em tumores raros, rabdomiossarcoma e neuroblastoma, e a Dra. Natalia Brenneken Duarte Ambar, especialista em tumores sólidos, que lideram nossa participação no consórcio e representam o Brasil nessa rede internacional de pesquisa.

“Fazer parte desse consórcio significa colocar o GRAACC no centro das discussões científicas mais avançadas em oncologia pediátrica. É uma oportunidade de ampliar o acesso dos nossos pacientes a terapias inovadoras e de contribuir diretamente para o desenvolvimento de novos tratamentos”, afirma a Dra. Natália.
A participação no consórcio amplia o acesso dos nossos pacientes a terapias modernas, altamente especializadas e ainda em desenvolvimento nos principais centros do mundo.
Ainda, isso nos aproxima do que há de mais avançado em medicina, sobretudo para casos de maior complexidade.

“Estamos falando de estudos voltados a pacientes que ainda enfrentam desafios importantes em relação às taxas de cura. Participar desse consórcio amplia nossas possibilidades de atuação e nos permite oferecer novas perspectivas de tratamento para essas crianças e adolescentes”, destaca a Dra. Eliana.
Inclusive, ao integrar essa rede, conseguimos antecipar o acesso a novas abordagens terapêuticas e acelerar a incorporação de inovações que podem transformar a jornada de tratamento.
Nossa participação fortalece, também, o papel do GRAACC como referência para toda a América Latina, ampliando o acesso da região a pesquisas clínicas conduzidas em centros de excelência internacional.
Além disso, passamos a fazer parte de uma rede global que atua na linha de frente da inovação, contribuindo para reduzir o tempo entre o desenvolvimento de novas terapias e sua chegada aos pacientes.
No GRAACC, onde as chances de cura alcançam 80%, integrar o consórcio representa, portanto, um passo estratégico para avançarmos ainda mais, especialmente nos casos mais desafiadores.
Em resumo, mais do que acompanhar a evolução da medicina, estamos contribuindo para construí-la e ampliar, cada vez mais, as chances de cura e qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer.

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