Os gliomas de baixo grau representam entre 30 e 45% de todos tumores cerebrais na infância. Seu tratamento consiste, em sua maioria, em intervenção cirúrgica com sobrevida superior a 90%. No entanto, para lesões cuja cirurgia é impossibilitada pela localização, quais são as melhores opções de tratamento? Em que as descobertas das vias moleculares podem nos ajudar?

Como realizar o seguimento destes pacientes?

Esperamos a todos para este encontro, que abordará estas e outras questões de relevância sobre o tumor de Sistema Nervoso Central mais frequente na infância.

Dra. Andrea M Cappellano
Médica oncologista pediátrica do Hospital do GRAACC, especialista em neuro-oncologia pediátrica.


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