A humanização no tratamento do câncer infantil é um dos pilares do cuidado no GRAACC. Aqui, cada detalhe da experiência do paciente é considerado, especialmente em procedimentos que podem gerar dor e ansiedade.

Com esse compromisso, a instituição implantou o programa Global Comfort Promise, em parceria com o St. Jude Children’s Research Hospital, adaptado no Brasil como Não Precisa Doer.

A iniciativa reúne, assim, práticas baseadas em evidências com o objetivo de tornar os procedimentos com agulhas mais seguros, acolhedores e menos traumáticos no tratamento oncológico infantil.

Humanização no tratamento do câncer infantil: estratégias para reduzir a dor no tratamento 

Entre as principais estratégias adotadas no GRAACC, destacam-se:

>> uso de anestésicos tópicos
>> posicionamento em conforto, como no colo dos responsáveis
>> técnicas de distração durante os procedimentos
>> intervenções específicas para bebês, como amamentação ou solução glicosada
>> comunicação cuidadosa e humanizada com o paciente

 

Um novo olhar para o cuidado no câncer infantil

Esse modelo de cuidado está alinhado às principais diretrizes internacionais de atenção ao paciente pediátrico, que reconhecem a dor como um fator que pode impactar diretamente a adesão ao tratamento e a qualidade de vida da criança.

Dessa forma, ao reduzir experiências negativas associadas a procedimentos, também é possível fortalecer a confiança no ambiente hospitalar e na equipe de saúde.

“O Global Comfort Promise reforça que o controle da dor precisa fazer parte do cuidado oncológico desde o início do tratamento. Ao adotar intervenções baseadas em evidências, conseguimos, portanto, reduzir a dor e a ansiedade associadas aos procedimentos com agulhas, tornando a experiência da criança mais segura, acolhedora e humanizada”, destaca a
Dra. Carlota Vitória Blassioli, oncologista especialista em medicina paliativa pediátrica do GRAACC.

No GRAACC, iniciativas como o Não Precisa Doer reforçam, portanto, o compromisso com um atendimento cada vez mais humanizado, integrando ciência, escuta ativa e acolhimento.

Além disso, o cuidado vai além do tratamento da doença, ele considera a criança em sua totalidade, respeitando suas emoções, medos e necessidades em cada etapa da jornada.


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