A história de Raphael como doador do GRAACC nasceu de uma relação muito próxima e dolorosa com o câncer.
Ao longo da vida, ele perdeu a mãe e outros familiares para a doença. Por isso, desde cedo, passou a pensar em como poderia contribuir para que mais pessoas tivessem novas possibilidades.
Recentemente, conheceu o nosso hospital pela primeira vez. Antes da visita, porém, sentia medo. As lembranças dos momentos vividos ao lado de pessoas queridas ainda estavam presentes, e ele não sabia como reagiria ao entrar em uma instituição dedicada ao tratamento do câncer infantil.
Logo na chegada, no entanto, algo despertou sua atenção. Havia crianças brincando, familiares sendo acolhidos e profissionais atentos a cada detalhe.
“Por mais que o tema que o hospital trata seja difícil, eu não me senti em um hospital. Parecia que eu estava em uma brinquedoteca. Senti um lado muito humano e me senti acolhido de verdade”, conta.
Sua aproximação com o GRAACC também envolve uma coincidência que ganhou um significado especial em sua trajetória.
Em 2022, enquanto sua esposa estava grávida dos gêmeos Augusto e Melinda, ele acessou o site da instituição. Na página inicial, encontrou a fotografia de uma bebê em tratamento, acompanhada da mensagem: “A Melinda precisa da sua ajuda”.
Apenas uma semana antes, o casal havia escolhido esse mesmo nome para a filha.
Ele interpretou a mensagem como um sinal para manter a esperança. Além disso, percebeu que, mesmo sem atuar diretamente na medicina, poderia integrar uma rede comprometida com o cuidado de crianças e adolescentes.
Dessa maneira, a doação se tornou uma forma de transformar a saudade e as experiências difíceis de sua família em apoio a novas histórias.
Durante o encontro, o doador conheceu diferentes espaços da instituição e acompanhou o depoimento de uma paciente. Ao ouvi-la falar com espontaneidade sobre sua vivência, percebeu que, no GRAACC, meninos e meninas continuam aproveitando a infância, mesmo diante dos desafios da jornada oncológica.
A brinquedoteca, as atividades lúdicas, as cores e a dedicação dos profissionais ajudam a tornar o cotidiano mais leve. Além disso, a assistência vai além dos procedimentos médicos e contempla também quem acompanha cada etapa desse percurso.
“Eu saí do hospital com a lição de que existem diversos caminhos e formas de ajudar”, afirma.
Ele chegou carregando receios e recordações difíceis. Entretanto, deixou o local com a confiança renovada e a certeza de que cada contribuição pode criar novas oportunidades.
Com o apoio de doadores, o GRAACC oferece atendimento especializado, pesquisa, tecnologia e assistência humanizada a crianças e adolescentes. Assim, histórias como essa mostram que a solidariedade pode nascer da dor e se transformar em acolhimento para muitas outras pessoas.
A história do Raphael emocionou você? Transforme esse sentimento em ação! Torne-se um doador mensal e ajude o nosso hospital. Clique aqui para contribuir.

Entender os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil é um passo fundamental para garantir o...
Realizado de 5 a 7 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, aqui em...

Em setembro, Tiago Leifert e sua esposa, Daiana Garbin, deram continuidade à importante campanha “De...

Webinar abordará a importância do acompanhamento preventivo a longo prazo e a vigilância para o...