Doadora do GRAACC, dona Orly conhece de perto os desafios impostos pelo câncer. Após enfrentar um linfoma e acompanhar o marido durante o tratamento da doença, ela decidiu transformar sua própria experiência em solidariedade. Desde então, contribui mensalmente para que crianças e adolescentes tenham acesso a atendimento especializado.

Moradora de Santo André, na Grande São Paulo, Orly conheceu o trabalho do GRAACC por meio de campanhas de divulgação e também pela indicação de uma amiga ligada à instituição. No entanto, foi sua trajetória pessoal que fortaleceu a vontade de colaborar.

“Eu passei por isso e sei como é difícil. Por isso, quis doar”, conta.

Uma experiência marcada por muitos desafios

Durante o tratamento do linfoma, Orly passou por quimioterapia. Como a primeira abordagem não apresentou o resultado esperado, ela também precisou realizar um transplante autólogo de medula óssea, procedimento feito com as células da própria paciente.

Além disso, o período trouxe outras dificuldades. Em meio à pandemia, ela contraiu Covid-19 e precisou permanecer internada. Pouco tempo depois, sofreu uma fratura que exigiu cirurgia. Dessa forma, enfrentou uma sequência de situações delicadas enquanto buscava a recuperação.

Apesar dos obstáculos, seguiu em frente. Hoje, comemora a melhora de sua saúde e reconhece cada conquista com gratidão. Ao mesmo tempo, guarda a lembrança do marido, que também recebeu o diagnóstico de câncer, mas não resistiu à doença.

Justamente por conhecer as etapas do tratamento, ela compreende o impacto físico e emocional que esse período causa não apenas no paciente, mas em toda a família.

Doadora do GRAACC transforma vivência em solidariedade

Mãe de três filhos e avó de três netos, ela se sensibiliza especialmente ao pensar nas crianças que enfrentam o câncer. Para ela, imaginar o que pacientes tão jovens e seus familiares vivenciam torna ainda mais importante apoiar instituições dedicadas à oncologia pediátrica.

“Uma pessoa adulta já passa por momentos em que pensa que não vai aguentar. Então, imagino como deve ser para uma criança fazer quimioterapia. Eu vivi isso e sei o quanto é difícil”, afirma.

Doar também transforma quem contribui

Para Orly, ajudar gera benefícios que não podem ser medidos apenas pelo valor financeiro. A contribuição representa um gesto de cuidado, mas também desperta sentimentos de gratidão, bem-estar e conexão com outras histórias.

“A recompensa não vem necessariamente em dinheiro. Ela pode chegar por meio da saúde, da família e das bênçãos que recebemos na vida”, explica.

Ao apoiar o GRAACC todos os meses, ela ajuda a fortalecer uma rede que possibilita atendimento especializado, pesquisa, ensino e assistência integral a crianças e adolescentes com câncer. Sua história mostra como uma experiência difícil pode despertar empatia e dar origem a uma escolha capaz de impactar muitas vidas.

Além de manter sua contribuição, ela já planeja ampliar o valor da doação. Assim, continua transformando sua trajetória em esperança para pacientes e familiares que enfrentam o tratamento oncológico.

A história da dona Orly emocionou você? Transforme esse sentimento em ação! Torne-se um doador mensal e ajude o nosso hospital. Clique aqui para contribuir.


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